Dói? Dá choque?
Não. Os sensores da touca apenas leem a atividade elétrica que o seu cérebro já produz. Nada é enviado para dentro. É como um microfone: escuta, não fala. Você sente só a touca na cabeça e um gel nos sensores.
Neurofeedback substitui remédio ou terapia?
Não substitui, e não precisa. Ele pode ser feito como treinamento independente ou como complemento ao tratamento que você já faz. Qualquer mudança de medicação é decisão sua com o seu médico. Muitos profissionais, aliás, encaminham pacientes para cá justamente para ter dados objetivos.
É para crianças? A partir de que idade?
Sim, é uma das aplicações mais procuradas, especialmente para atenção, comportamento e aprendizagem. [Idade mínima a confirmar com a clínica.] A sessão para crianças usa vídeos e jogos, e costuma ser bem divertida.
Quantas sessões são necessárias?
Depende do mapa e do objetivo. Por isso o mapeamento vem antes de qualquer promessa. [Faixa típica de sessões e frequência semanal a confirmar.] Reavaliações periódicas mostram a evolução em números, e o plano é ajustado com você.
Quanto tempo dura uma sessão?
[Duração do mapeamento e da sessão de treino a confirmar.] Você chega, senta, coloca a touca e relaxa. Não precisa preparar nada, só vir com o cabelo limpo e seco.
Tem efeito colateral?
O neurofeedback é considerado natural e não invasivo: nada é introduzido no corpo. Algumas pessoas relatam leve cansaço ou sono depois de uma sessão, sinal de que o cérebro trabalhou. Qualquer sensação é acompanhada pela equipe.
Aceita convênio? Dá para pedir reembolso?
[Política de convênios e reembolso a confirmar com a clínica.] Na avaliação inicial a equipe explica formas de pagamento e emite a documentação necessária.
O que acontece na primeira visita?
Você conversa com a equipe sobre queixas, rotina e objetivos, faz o mapeamento cerebral (qEEG) e sai com uma data para receber o laudo interpretado. A partir dele, montamos o plano. Só depois disso começa o treino.